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quarta-feira, 17 de março de 2010

açoes banco itau

Banco Itaú S.A., sediado em São Paulo, é o braço do Itaú Holding voltado ao setor de varejo, que oferece serviços de finanças e seguros a mais de 12,4 milhões de pessoas físicas e pequenas empresas. Atua na Argentina, Chile, Uruguai, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos, Japão e China. O conjunto de empresas do conglomerado é denominado Grupo Itaúsa, uma holding que tem o controle acionário de parte das empresas. Fundado em 1945, o banco se tornou o maior banco do hemisfério sul em 3 de novembro de 2008 após anunciar a fusão com o Unibanco.

CODIGO DA AÇÃO ITUB4

O Banco Itaú propriamente dito foi fundado, em 1944, na cidade de Itaú de Minas na época município de Pratápolis, Minas Gerais, mas a história oficial do banco começa em 30 de dezembro de 1943, quando Alfredo Egídio de Sousa Aranha fundou, na cidade de São Paulo, o Banco Central de Crédito. Ainda assim, considera-se o ano de 1945 como o primeiro ano de funcionamento do banco, pois ele só foi autorizado a operar em 1944. Assim, a primeira agência do Banco Central de Crédito foi aberta em 2 de janeiro de 1945.

A pedido do governo federal, o Banco Central de Crédito mudou de nome, em 1952, para Banco Federal de Crédito. Mais tarde, o governo federal usaria o termo "Banco Central" como nome de sua autoridade monetária principal.

Os anos 60 e 70 foram marcados por diversas incorporações, fusões e aquisições, que proporcionaram um rápido crescimento ao banco. A primeira aquisição foi a do Banco Paulista de Comércio, em 1961. Houve a fusão dos bancos União de Crédito e o Itaú América.

Em 1973, após outras mudanças de nome, o banco passa a se chamar apenas Banco Itaú, e foi adotado um logotipo muito parecido com o atual, porém em preto e branco. O logotipo atual surgiria em 1992, com um fundo azul e letras amarelas e ligeiramente menores e mais espaçadas(Itaú, em tupi-guarani, significa pedra escura). Em 1974, foi criada a Itaúsa - Investimentos Itaú, holding que detém controle acionário do banco e de outras empresas.

A partir de meados dos anos 1990, o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso iniciou o processo de privatização de bancos estatais, o qual, juntamente com outras aquisições de empresas privadas do setor bancário e correlatas (como de seguros) alavancaram enormemente a expansão do Itaú na última década. Nesse período, o Itaú adquiriu o Banco Banerj S.A (junho de 1997), Bemge - Banco do Estado de Minas Gerais S.A (1998), o Banestado - Banco do Estado do Paraná S.A. (outubro de 2000) e o BEG - Banco do Estado de Goiás S.A. (2001).

O Bemge foi uma transação de R$ 583 milhões. A instituição adquirida possuía ativos bons de R$ 3,2 milhões e quase um milhão de clientes. No Banestado, o preço de aquisição, com pagamento à vista, foi de R$ 1,6 bilhões, correspondendo a um ágio de 303% sobre o preço mínimo fixado para o leilão. Em retorno, o Itaú levou, além da complementaridade de atividades financeiras, um ativo de R$ 6,6 milhões, mais 239 agências e 551 mil clientes. O BEG, com ativos totais de R$ 1,3 bilhões e 420 mil clientes, foi comprado por R$ 665 milhões. Na época, o estado de Goiás estava em franco crescimento, principalmente na área agroindustrial. Além disso, a transação rendeu ao Itaú um acréscimo de 149 agências, incluindo postos de atendimento, no estado de Goiás, região em que a instituição tinha pouca presença.
Fachada do Itaú Personnalité em Belo Horizonte.

Entre estes negócios, também o Banco Itaú fez um movimento inverso à desnacionalização que ocorria no setor bancário na época, comprando bancos estrangeiros, além de representar uma estratégia de marketing para atender a um público (nicho) específico. Em 1995, foi o BFB – Banco Francês e Brasileiro, do qual herdou a marca Personnalitè – que funciona como uma unidade de Private Banking.

Em 1998, a compra do Banco Del Buen Ayre, incorporado ao Itaú Argentina, atual Itaú Buen Ayre, reforçou a atuação do Itaú Holding Financeria no Mercosul.

Em dezembro de 2002, houve a aquisição de 96% do antigo Banco BBA-Creditanstalt (que tinha como sócio minoritário um grupo austríaco) por R$ 3,3 bilhões, liquidada financeiramente em fevereiro de 2003 – levando junto os R$ 7 bilhões de ativos da financeira Fináustria. A maior parte do “prêmio” (ou “ágio, ou “sobrepreço” sobre o valor patrimonial) pago na aquisição foi exatamente pela Fináustria, já que o prêmio num banco de atacado é pequeno, porque este não tem agências, clientes cativos e marcas fortes. Mais precisamente, o preço pago pela Fináustria foi de três vezes o seu patrimônio líquido, cerca de R$ 650 milhões. Pelo banco de atacado, foi de 1,3 vezes o seu patrimônio líquido, ou cerca de R$ 1,85 bilhões. A tesouraria custou pouco mais de R$ 100 milhões. O novo Itaú BBA opera com alguma independência do Banco Itaú.

Também como resultado da aquisição das atividades brasileiras de Private Banking do centenário grupo britânico Lloyds TSB no segundo semestre de 2001, e do canadense Banco Brascan no primeiro semestre de 2002, os clientes pessoa física do Lloyds TSB e do Banco Brascan são agora atendidos pelo Itaú Private Bank.

Em março de 2003, em outra ação estratégica de marketing para atender a um público (nicho) específico, a holding Itausa fez a aquisição de 99,99% do capital do Banco Fiat. A compra foi realizada por intermédio do Banco Itaú junto a Fiat, e custou R$ 897 milhões, valor que representa um ágio (“prêmio”) de R$ 462 milhões ou 1,06 vezes o valor do patrimônio líquido da instituição. A operação incluiu outros elementos de Planejamento Estratégico e de Marketing, como a exclusividade de 10 anos no Brasil para a realização dos financiamentos e leasing de veículos novos em todas as promoções organizadas pela montadora Fiat e na comercialização de quotas do consórcio com a marca Fiat, para consumidores finais. A associação também permitirá que o Itaú forneça serviços financeiros aos atuais e futuros clientes do Banco Fiat e à sua rede de concessionárias para a contratação de financiamentos de veículos, além de utilizar marca Fiat nesse tipo de operação.

Até o ano de 2003, o Banco Itaú S.A. controlava todas as operações brasileiras do Grupo Itaúsa na área financeira. Visando uma melhor organização do conglomerado, em novembro de 2002 teve início uma reforma societária, que passaria o controle acionário para o Banco Itaú Holding Financeira. Assim, o Banco Itaú passou a ser uma subsidiária do Itaú Holding, que controla também o Itaú BBA e Itaucred.

No ano de 2004, foi criada a financeira Taií (controlada pela Itaucred), oferecendo serviços de crédito a pessoas e baixa renda e atuando junto a grandes grupos varejistas (CBD e Americanas), com operações de cartões de crédito.

A parceria está programada para durar 20 anos, mas esse prazo poderá ser prorrogado, dependendo dos resultados. O capital inicial da financeira foi de R$ 150 milhões, sendo cada sócio responsável por R$ 75 milhões. Mas o investimento total do Grupo Itaúsa somará R$ 455 milhões, se for incluso o valor do ágio de R$ 380 milhões a ser pago pelo Itaú ao CBD-Pão de Açúcar em até cinco anos, após o cumprimento das metas definidas para a nova empresa.

Em dezembro de 2004, o Itaú e o Banco BMG, de Minas Gerais, instituição de médio porte que compõe um grupo empresarial da família Pentagna Guimarães fecharam uma parceria para a cessão de créditos da carteira de empréstimo consignado a pessoas físicas. O acordo prevê uma liberação mínima de R$ 1,5 bilhão para clientes do Banco BMG num prazo de 36 meses.

Em março de 2005, Banco Itaú e as Lojas Americanas S.A. (“LASA”) anunciam associação com o objetivo da criação de nova instituição financeira. A nova sociedade adquiriu a promotora de vendas das Lojas Americanas, a Facilita Serviços e Propaganda S.A. (“Facilita”), e sua estratégia é permitir a ampliação e aprimoramento da atual oferta de serviços e produtos financeiros no nicho representado pelos clientes das Lojas Americanas, tais como: Cartões Private Label, cartões de crédito com bandeiras de ampla aceitação; crédito direto ao consumidor, empréstimo pessoal, seguros, garantia estendida e outros, notadamente nas classes sociais C e D. A partir de abril de 2006, a marca da financeira Taií também foi colocada no negócio com as Lojas Americanas. Com pouco mais de um ano de existência, a Taií já possuía ao final de 2006 cerca de 4,5 milhões de clientes e 693 pontos de venda, dos quais 154 eram próprios e o restante instalado em áreas da rede CBD, como o Pão de Açúcar, e das Lojas Americanas.

Em dezembro de 2005, o Banco Itaú prosseguiu com as ações estratégicas para o nicho de funcionários públicos e adquiriu através de licitação pública a prestação de serviço de pagamento a servidores ativos e inativos do governo de Alagoas, para um período de cinco anos. O montante mensal de pagamentos é de aproximadamente R$ 90 milhões e inclui pagamento a fornecedores e credores do estado, centralização da arrecadação de todas as receitas estaduais, além da consignação em folha de pagamento. O negócio foi feito com pagamento à vista de R$ 68,1 milhões, superior ao preço mínimo de R$ 42 milhões, fruto da disputa na licitação. Com essa operação, o Banco Itaú terá aumento de 63,8 mil clientes de Alagoas, sendo que 74% estão concentrados em Maceió. Com isso, o Itaú quadruplica a sua base de clientes no estado. Esse pagamento será registrado como "Despesa Antecipada" e reconhecido no resultado no prazo da vigência do contrato. A operação representou também a ampliação dos negócios na Região Nordeste do Brasil, sua rede de atendimento em Maceió, atingindo também todas as regiões de Alagoas com novos pontos de atendimento nas oito principais cidades do interior.

Em maio de 2006, o Grupo Itaúsa comprou, por 2,2 bilhões de dólares, as operações do BankBoston (subsidiário do Bank of America no Brasil, com opção para adquirir as operações do Chile e Uruguai). Os 203 mil correntistas do BankBoston do Brasil serão integrados ao Itaú Personnalité.

O negócio foi efetivado com o pagamento por meio de 68,5 milhões de ações preferenciais do banco. A transação, avaliada em R$ 4,5 bilhões (US$ 2,173 bilhões), dará ao Bank of America (BofA), controlador do BankBoston, participação de 5,8% no capital total do Itaú. A clientela foi incorporada ao Itaú Personnalité.

O grupo Itausa ainda exerceu, no terceiro trimestre de 2006, a opção de adquirir as unidades do BankBoston no Chile e no Uruguai e outros ativos relacionados a clientes da América Latina - inclusive a unidade de Private Banking de Miami. Exercida a opção, a participação do grupo BofA no Banco Itaú subiu para cerca de 7,8%. O valor do negócio com esses ativos na América do Sul (R$ 1,5 bilhão - US$ 700 milhões na época), elevou o montante total do negócio para R$ 6 bilhões (cerca de US$ 2,9 bilhões, ao câmbio médio do período).

No quarto trimestre de 2006, foi vez de ser fechada a compra do Private Banking do BankBoston, que pertenciam ao Bank of America Corporation (BAC), por US$ 155 milhões. Com a operação, o Itaú agrega 5,5 mil clientes, 200 funcionários especializados e US$ 3,666 bilhões em ativos, dobrando a carteira de private banking no exterior. A operação será paga em dinheiro. O valor de US$ 155 milhões incluiu parcela de US$ 100 milhões do patrimônio líquido de duas empresas. A maior delas foi o BankBoston International, banco com sede em Miami, exclusivo para não-residentes, com US$ 2,541 bilhões em ativos; e o BankBoston Trust Company Limited, com sede em Nassau, capital das Bahamas, com US$ 1,125 bilhão em ativos. Os bancos foram comprados pela subsidiária européia da holding do Itaú, a Itaúsa - Investimentos Itaú S.A., o Banco Itaú Europa (BIE), sediado em Portugal, e sua subsidiária, Banco Itaú Europa Luxembourg. O Itaú Private Bank já tem um US$ 19 bilhões em ativos sob gestão, dos quais US$ 8 bilhões custodiados na Europa e nos Estados Unidos.

No primeiro semestre de 2006, conforme noticiado no Jornal O Globo, o Itaú conseguiu superar o Banco Bradesco e obteve o maior lucro já obtido no país nos últimos vinte anos. "O lucro líquido acumulado de janeiro a junho chegou a R$ 4,016 bilhões, 35,7% acima dos R$ 2,958 bilhões dos primeiros seis meses de 2006 e também superior aos R$ 4,007 bilhões anunciados na véspera pelo Bradesco, líder no ranking de bancos do país".[2]

Em outubro de 2008 , assina contrato milionário com a Confederação Brasileira de Futebol para patrocinar a Seleção Brasileira de Futebol até 2014 , ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo da FIFA. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o banco Itaú negocia com a FIFA para ser o patrocinador da Copa do Mundo de 2014 , assim como acontece
[editar] Fusão com o Unibanco

Em 3 de novembro de 2008, foi anunciada a fusão das operações financeiras entre o banco Itaú e o Unibanco, o que levou a empresa à posição da maior instituição bancária do Brasil e o maior conglomerado financeiro do hemisfério sul.[1] A empresa resultante recebeu o nome de Itaú Unibanco Holding S.A.[3] e tomou o lugar da 17ª maior empresa em capitalização de mercado do mundo,[4] com um total de ativos combinado de mais de R$ 575 bilhões,[1] 4,8 mil agências e 14,5 milhões de clientes.[5]
[editar] Banco do Estado do Paraná

Osmar Dias fez um apelo no plenário para que o Senado aprove a resolução que prevê o fim da multa sobre o não pagamento de títulos precatórios do extinto Banestado e o ressarcimento corrigido dos valores já pagos. “Somando-se a parcela que o Estado deve pagar ao Tesouro Nacional temos um valor subtraído da receita do Paraná de R$ 68 milhões por mês. Aliás, esta parcela que não esta sendo paga pelo governo estadual, ao mesmo tempo, é retida pelos repasses federais que o Estado deixa de receber por estar inadimplente. Ou seja, o Paraná vem pagando da mesma forma”, disse.

A restrição impede também que o Estado contraia financiamentos e realize convênios com bancos de fomento. “Durante 2 anos lutei muito para dar um fim neste caso, que se arrasta por mais de uma gestão de governo. Conseguimos aprovar o Projeto de Resolução 24/2008, de minha autoria, que prevê o fim da multa e o ressarcimento corrigido dos valores já pagos, além de ter estancada a dívida mobiliária do Estado. Infelizmente o Governo Federal não aceitou. Tentei no final do ano aprovar outra resolução corrigindo a eventual inconstitucionalidade da primeira, mas o relator, o Senador ACM Jr. apresentou parecer contrário. Ou seja, o impasse continua”, explicou. No fim dos anos 90, os municípios de Guarulhos, Osasco, e os estados de Pernambuco, Alagoas e Santa Catarina foram autorizados a emitir títulos para o pagamento de dívidas. E o Banestado, que já estava em processo de pré-falência, teve de adquiri-los no valor de R$ 456 milhões. O Paraná assumiu esses precatórios, em 2000, com a promessa de pagar ao Banestado, dando ações da Copel como garantia. Com a decisão do atual governador de não pagar os precatórios a questão foi parar na Justiça com o Banco Itaú, que comprou o Banestado, exigindo o recebimento. Foi essa ação que motivou a Secretaria do Tesouro Nacional a multar o Paraná a partir de dezembro de 2004, num valor que à época chegou a ser de R$ 10 milhões mensais. CRIME – Segundo Osmar a venda do Banestado foi “um negócio muito mal feito”. “Não posso me calar e não vou me calar. Quem vendeu o Banco do Estado do Paraná praticou um crime contra os paraenses. Quem votou pela privatização também cometeu uma agressão ao povo do Paraná. Nós, no Senado, votamos contra a privatização. Votamos pela federalização. Assim o banco continuaria público”, disse. Segundo Osmarm, o Paraná recebeu R$ 5,5 bilhões pela venda do Banestado. Da dívida, já pagou R$ 7,6 bilhões e ainda deve R$ 9,1 bilhões. “Somando o que já pagou com o que vai pagar são R$16 bilhões. Um péssimo negócio”, completou.
[editar] Serviços e segmentação
Agência do Banco Itaú no Rio de Janeiro (RJ)
Agência do Banco Itaú em Caruaru (PE), com identidade visual antiga
Agência do Banco Itaú em São Paulo.
[editar] Itaú

É o segmento de varejo do banco, o de maior visibilidade, oferecendo serviços de conta corrente, poupança, cheques especiais, empréstimos pessoais e ao consumidor, cartões de crédito, seguro de residência, vida e acidentes, financiamento de automóveis, planos de previdência privada, administração de ativos e planos de capitalização para pessoas físicas.
[editar] Itaú Personnalité

Um dos pioneiros em seu segmento no Brasil, oferece atendimento personalizado a pessoas físicas que desejam ter assessoria financeira, com renda mensal mínima de R$ 5.000 ou volume de negócios superior a R$ 50.000. Seus serviços abrangem ações, produtos financeiros, fundos, previdência, crédito e seguros.

De acordo com o Relatório Anual de 2005 do banco, o Itaú Personnalité tem 200 mil clientes e conta com 85 agências exclusivas e 6 salas de atendimento em agências Itaú. Esse número, porém, deve ter aumento expressivo em 2006, com a incorporação do BankBoston do Brasil ao Itaú Personnalité. Os correntistas também podem utilizar toda a rede de agências e caixas eletrônicos do Itaú.

A marca Personnalité surgiu em 1987, como nome de uma linha de atendimento exclusivo à "clientela particular" do Banco Francês e Brasileiro (BFB), que operava desde 1987. O BFB foi adquirido pelo Itaú em 1995, dando origem ao Itaú Personnalité.

O slogan do Itaú Personnalité é "perfeito para você", uma adaptação do slogan do Banco Itaú, "feito para você".
[editar] Poder público

Estrutura dedicada a órgãos públicos federais, estaduais e municipais. Atua principalmente nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Goiás e Minas Gerais, onde adquiriu bancos estatais no processo de privatização. Em 2005, conquistou a gestão da folha de pagamento e administração de recursos financeiros da prefeitura de São Paulo, com 210 mil novos correntistas. Com isso, o número de servidores públicos que recebem salário pelo Itaú chegou a quase 2 milhões.

No Paraná, onde adquiriu o Banestado em outubro de 2000, o Itaú tinha assegurada a prestação de serviços ao estado até 26 de outubro de 2005. Em junho de 2002, por iniciativa própria, o próprio governo do estado decidiu prorrogar o contrato até 26 de outubro de 2010. Em setembro de 2005, porém, a um mês do vencimento do contrato original, o governo voltou atrás e revogou a prorrogação. O Itaú, desde então, trava batalha na justiça para assegurar a prestação de serviços no estado do Paraná.
[editar] Unidade de Pessoa Jurídica

Serviço especial para pequenas (faturamento anual entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões) e microempresas (até R$ 500 mil). É utilizado por cerca de 115 mil das 637 mil pequenas e microempresas clientes do banco (o restante usa serviços padrões). No final de 2005, a UPJ possuía 188 unidades de atendimento exclusivo em agências do Itaú.
[editar] Itaú Empresas

Oferece serviços financeiros para cerca de 32 mil médias empresas (faturamento anual superior a R$ 10 milhões), entre eles: cash management, opções de aplicações, derivativos, seguros, planos de previdência privada, serviços de câmbio, comércio exterior, carteiras de empréstimo e financiamento, operações de giro, aquisição de bens, leasing, repasses do BNDES, exportação e importação, agronegócio, emissão de fianças nacionais e cartas de crédito ao Exterior.
[editar] Críticas

As reclamações fundamentadas no Procon do Estado de São Paulo colocam o Itaú como o segundo colocado no ranking geral de queixas em 2008 e 2009.[6]
[editar] Briga com o povo do Paraná

Osmar Dias fez um apelo no plenário para que o Senado aprove a resolução que prevê o fim da multa sobre o não pagamento de títulos precatórios do extinto Banestado e o ressarcimento corrigido dos valores já pagos. “Somando-se a parcela que o Estado deve pagar ao Tesouro Nacional temos um valor subtraído da receita do Paraná de R$ 68 milhões por mês. Aliás, esta parcela que não esta sendo paga pelo governo estadual, ao mesmo tempo, é retida pelos repasses federais que o Estado deixa de receber por estar inadimplente. Ou seja, o Paraná vem pagando da mesma forma”, disse.

A restrição impede também que o Estado contraia financiamentos e realize convênios com bancos de fomento. “Durante 2 anos lutei muito para dar um fim neste caso, que se arrasta por mais de uma gestão de governo. Conseguimos aprovar o Projeto de Resolução 24/2008, de minha autoria, que prevê o fim da multa e o ressarcimento corrigido dos valores já pagos, além de ter estancada a dívida mobiliária do Estado. Infelizmente o Governo Federal não aceitou. Tentei no final do ano aprovar outra resolução corrigindo a eventual inconstitucionalidade da primeira, mas o relator, o Senador ACM Jr. apresentou parecer contrário. Ou seja, o impasse continua”, explicou. No fim dos anos 90, os municípios de Guarulhos, Osasco, e os estados de Pernambuco, Alagoas e Santa Catarina foram autorizados a emitir títulos para o pagamento de dívidas. E o Banestado, que já estava em processo de pré-falência, teve de adquiri-los no valor de R$ 456 milhões. O Paraná assumiu esses precatórios, em 2000, com a promessa de pagar ao Banestado, dando ações da Copel como garantia. Com a decisão do atual governador de não pagar os precatórios a questão foi parar na Justiça com o Banco Itaú, que comprou o Banestado, exigindo o recebimento. Foi essa ação que motivou a Secretaria do Tesouro Nacional a multar o Paraná a partir de dezembro de 2004, num valor que à época chegou a ser de R$ 10 milhões mensais. CRIME – Segundo Osmar a venda do Banestado foi “um negócio muito mal feito”. “Não posso me calar e não vou me calar. Quem vendeu o Banco do Estado do Paraná praticou um crime contra os paraenses. Quem votou pela privatização também cometeu uma agressão ao povo do Paraná. Nós, no Senado, votamos contra a privatização. Votamos pela federalização. Assim o banco continuaria público”, disse. Segundo Osmarm, o Paraná recebeu R$ 5,5 bilhões pela venda do Banestado. Da dívida, já pagou R$ 7,6 bilhões e ainda deve R$ 9,1 bilhões. “Somando o que já pagou com o que vai pagar são R$16 bilhões. Um péssimo negócio”,
[editar] Institucionais
[editar] Itaú Private Bank

Especializado em consultoria financeira para pessoas físicas com grande patrimônio

Hoje o Itaú Private Bank é o maior no seu segmento no País, e o maior da Amérina Latina
[editar] Taií

Ver artigo principal: Taií

Fundada em 2004, oferece serviços de crédito. Possui uma rede própria de cerca de 110 agências, além de mais de 200 pontos de venda dentro dos supermercados da Companhia Brasileira de Distribuição (Pão de Açúcar, Extra, Extra Eletro, CompreBem e Sendas) e outros 200 pontos de venda nas Lojas Americanas. Controlado pelo Itaucred.
[editar] Itaú BBA

Atende a mais de 1.100 grandes empresas, oferecendo serviços de financiamento a subsidiárias de empresas brasileiras estabelecidas no exterior (em mais de 20 países), operações de câmbio pronto com volumes anuais superiores a US$ 13 bilhões e abertura de novos mercados para as exportações dos clientes, com operações contratadas para vários países na África, no Leste Europeu e Oriente Médio. Atua com independência ao Banco Itaú, sendo uma subsidiária do Itaú Holding.






fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/

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